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Três histórias, um elo: educação

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Acervo FAE

A arte de educar

Fundada em 1968, a partir da reforma universitária, a Biblioteca da Faculdade de Educação (FAE) foi nomeada Biblioteca Professora Alaíde Lisboa de Oliveira, em homenagem à escritora da obra “A Bonequinha Preta”, professora emérita da Faculdade de Educação e primeira vereadora de Belo Horizonte. Ela viveu até os 102 anos de idade e aos 100 esteve na Biblioteca para inaugurar uma placa em sua homenagem.

Com um acervo registrado de 70 mil livros, a Biblioteca da FAE preza pelo cuidado com o usuário. Segundo o bibliotecário Ricardo José Miranda, coordenador da Unidade, os funcionários sempre se dedicam para atender as demandas dos frequentadores, por exemplo, mantendo a Biblioteca aberta aos sábados.

Uma personagem muito querida, por todos os usuários e funcionários da Biblioteca Professora Alaíde Lisboa, é a bibliotecária Marli Lopes Araújo Pinto, que trabalha na Unidade desde 1997. Ela gosta muito de lidar com o público e afirma que sempre é possível melhorar. “Muitos alunos passam aqui na Biblioteca todos os dias. Trabalhando nareferência a gente sempre acaba fazendo amizade com eles”, completa Marli.

A Biblioteca da FAE possui três coleções especiais: duas vindas dos acervos pessoais de professoras eméritas: Lúcia Casa Santa e Alaíde Lisboa; e uma terceira coleção constituída de manuais didáticos e livros escolares que foram usados ao longo da história da educação no Brasil.

Conversa com o leitor

Thaís Leocádio / Biblioteca Universitária UFMG

Em formato de bate-papo descontraído, o projeto “Conversa com o leitor” acontece uma vez por mês, na Biblioteca da FAE, e leva autores de livros, na condição de leitores, para apresentarem a obra de maior impacto durante o percurso acadêmico de cada um. O projeto é coordenado pela professora do Departamento de Ciências Aplicadas à Educação, Maria Cristina Soares de Gouvea, e pelo bibliotecário Ricardo Miranda.

Uma história colaborativa

 

Localizada no Colégio Técnico da Escola de Educação Básica e Profissional da UFMG (Coltec), a Biblioteca Professor Cássio Mendonça Pinto pode ser definida em uma palavra: viva. A Unidade encontra-se sempre em movimento através das muitas cabeças pensantes que passam por lá todos os dias, envolvendo-se com a Biblioteca, modificando-a e desfrutando dos inúmeros serviços que ela oferece.

Arquivo Coltec

O Coltec foi criado em 1969, a partir de convênio celebrado entre o Conselho Britânico, a UFMG, o CNPq e o MEC, com a finalidade de atender à demanda de formação de profissionais técnicos de nível médio nas áreas de Patologia Clínica, Instrumentação Eletrônica e Química. O nome da Biblioteca é em homenagem ao professor Cássio Mendonça Pinto, o segundo diretor do Colégio.

O professor Adilson Assis Moreira conta que entrou no Coltec como aluno em 1970. Naquela época, o acervo era pequeno e constituído de livros-texto doados pelo Conselho Britânico. Até hoje a Biblioteca possui alguns desses exemplares.

A bibliotecária Cláudia Grossi, coordenadora da Biblioteca do Colégio Técnico, destaca como um diferencial a plena participação dos alunos nas rotinas da Unidade. Todas as decisões tomadas para compra de acervo e as atividades desenvolvidas pela Biblioteca têm a participação dos usuários. A partir desse constante envolvimento dos alunos, surgiu o projeto “Biblioteca Viva”, criado em 2012, que hoje é uma atividade de extensão e conta com três bolsistas. Segundo Cláudia, o objetivo é disponibilizar meios para que os alunos coloquem em prática suas ideias e iniciativas, como os cursos de maquiagem e nutrição, e diversas atividades culturais, como miniespetáculos de dança e o concurso de redação para os alunos do Projeto de Ensino Médio de Jovens e Adultos (PEMJA).

Outra particularidade da Biblioteca do Coltec é a recepção dos calouros, em que os usuários, por iniciativa própria, apresentam aos novos alunos os diversos serviços oferecidos no local.

Dafne Braga / Biblioteca Universitária UFMG

De fato, a Biblioteca tem papel de destaque no cotidiano dos alunos. Jéssica Marcolino conta que a Unidade do Coltec mudou a visão que ela tinha das bibliotecas. “É bem diferente das minhas outras escolas, em que a biblioteca era um ambiente para ficar apenas estudando, ou só escolher um livro e ir embora. Aqui não, a gente pega o livro, já lê e se sente à vontade para ficar na Biblioteca o tempo que quiser”, afirma Jéssica. Já a aluna Raquel Cabral, que trabalha como bolsista no projeto “Biblioteca Viva”, entende a Biblioteca não só como um espaço de estudo, mas também de lazer. “Aqui temos o laboratório de informática que podemos usar tanto para pesquisa, quanto para o nosso entretenimento”, pontua Raquel. A aluna Maria Clara Nunes completa: “Essa Biblioteca é um lugar maravilhoso, onde a gente se sente acolhido no meio dos livros e funcionários”.

Acervo diversificado

Dafne Braga / Biblioteca Universitária UFMG

Biblioteca do Coltec possui um acervo diferenciado, que contempla literatura jovem, livros sobre música, bandas de rock e até sobre maquiagem!

A coordenadora da Biblioteca, Cláudia Grossi, conta, entusiasmada, que gosta de ouvir os alunos e perceber as principais demandas para comprar livros não só de pesquisa, mas também obras que vão despertar o interesse e aperfeiçoar os talentos latentes dos estudantes.

Incentivo aos pequenos e aos grandes leitores

Marcella Boehler / Biblioteca Universitária UFMG

A Biblioteca do Centro Pedagógico (CP) foi criada em 1954, no então Colégio de Aplicação da UFMG, que funcionava na Rua Carangola. Só quando foi transferida para o Campus Pampulha, passou a integrar o Sistema de Bibliotecas da UFMG.

A Unidade foi batizada de Professor Antônio Camilo de Faria Alvim, mas atualmente há um projeto em andamento visando mudar o seu nome para Bartolomeu Campos Queirós, escritor mineiro falecido em 2012 que contribuiu muito para a literatura infantil e esteve presente em momentos importantes do Centro Pedagógico.

Em 1976 foi criado o Espaço Monteiro Lobato, com o objetivo de dar um ambiente mais adequado aos pequenos alunos do CP. Lá eles encontram um mobiliário especial para o seu tamanho, acervo especializado em literatura infantil e material de pesquisa em linguagem compatível com a idade de cada um.

Flávia Rodrigues da Mata, responsável pela Biblioteca, é uma das servidoras mais antigas, trabalhando no CP desde 1984. Ela conta que a Biblioteca do Centro Pedagógico é especial por receber gente de todas as idades, desde alunos do 1º ano, que nem completaram seis anos de idade, até alunos com mais de oitenta, do Projeto de Ensino Fundamental de Jovens e Adultos (PROEF).

Outra figura importante é a bibliotecária Ceuzimar Barbosa, que se aposentou esse ano, e era reconhecida por saber referências como ninguém. “Ela era uma enciclopédia. Os alunos sentem muita falta dela”, conta Flávia.

Além dos recursos normais das bibliotecas, a Unidade promove diversas atividades, como lançamentos de livros e conversas com autores. Há ainda os Grupos de Trabalho Diferenciado (GTD), um projeto para enturmar alunos com outra lógica que não a da escola. Estudantes do 5º e 6º ano são escolhidos pelos professores, de forma a proporcionar a interação entre quem tem afinidade com a leitura e quem não tem esse hábito. Além disso, um profissional da Biblioteca ensina contação de histórias. Segundo Flávia, o objetivo não é formar um contador de história, mas mediar a leitura através dessa formação: “Aqui, sempre tomamos providências para que o livro continue sendo o grande sedutor”, enfatiza.

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