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O vasto mundo das bibliotecas

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Ana Guerra / Biblioteca Universitária UFMG

Entre as prateleiras de uma biblioteca, diferentes mundos perpassam os olhos de leitores plurais e se entrelaçam, tecem novas ideias e perguntas. Escritores conversam entre si e leitores se intrometem no assunto, em uma infindável conferência silenciosa sobre qualquer tema que se queira tratar. A biblioteca é “o universo”, como escreveu o autor argentino Jorge Luis Borges. No entanto, em tempos em que quase tudo se resolve pela praticidade da internet, inclusive o acesso direto a livros, o contato do usuário com o espaço físico da biblioteca parece se diluir cada vez mais. Nesse contexto, questiona-se sobre novas formas de interação com esse espaço do saber.

Produzir textos e livros a partir das obras que as bibliotecas nos fornecem é uma maneira de usufruir desses espaços. Para Mariana Félix, formada na Escola de Belas Artes, “a biblioteca é a fonte primária de um escritor”. Em 2010, ela começou a se aproximar da escrita como uma distração e hoje faz disso algo sério, dedicando boa parte do tempo à produção de fanfictions. “Fanfics são histórias com enredo próprio que escrevemos usando personagens já existentes em um livro”, explica. Esse tipo de literatura proporciona para escritores e leitores uma oportunidade de destrinchar enredos não tão explorados na narrativa original, com a qual dialoga todo tempo.

As fanfictions são divulgadas na internet, apontada como um dos motivos que vem afastando o leitor das bibliotecas. No entanto, essas narrativas parecem possibilitar um caminho contrário, já que, para serem escritas, a leitura dos originais é essencial – e aí entra a biblioteca. É nesse espaço que Mariana encontra inspiração e aprendizado. Além das fanfics, ela escreve histórias originais, e, nesse processo, o contato com outros escritores é fundamental. “Eles me influenciam no modo de escrever e, de certa forma, me incentivam a continuar sendo fiel à minha escrita, mas aprendendo com quem já está no meio literário há mais tempo”, afirma.
Diretor da Biblioteca Universitária/Sistema de
Bibliotecas da UFMG desde 2013, Wellington Marçal de

Entre as prateleiras de uma biblioteca, diferentes mundos perpassam os olhos de leitores plurais e se entrelaçam, tecem novas ideias e perguntas. Escritores conversam entre si e leitores se intrometem no assunto, em uma infindável conferência silenciosa sobre qualquer tema que se queira tratar. A biblioteca é “o universo”, como escreveu o autor argentino Jorge Luis Borges. No entanto, em tempos em que quase tudo se resolve pela praticidade da internet, inclusive o acesso direto a livros, o contato do usuário com o espaço físico da biblioteca parece se diluir cada vez mais. Nesse contexto, questiona-se sobre novas formas de interação com esse espaço do saber.
Produzir textos e livros a partir das obras que as bibliotecas nos fornecem é uma maneira de usufruir desses espaços. Para Mariana Félix, formada na Escola de Belas Artes, “a biblioteca é a fonte primária de um escritor”. Em 2010, ela começou a se aproximar da escrita como uma distração e hoje faz disso algo sério, dedicando boa parte do tempo à produção de fanfictions. “Fanfics são histórias com enredo próprio que escrevemos usando personagens já existentes em um livro”, explica. Esse tipo de literatura proporciona para escritores e leitores uma oportunidade de destrinchar enredos não tão explorados na narrativa original, com a qual dialoga todo tempo.
As fanfictions são divulgadas na internet, apontada como um dos motivos que vem afastando o leitor das bibliotecas. No entanto, essas narrativas parecem

Carvalho também encontrou inspiração na leitura. O livro “Aquele Canto Sem Razão” é fruto da pesquisa que ele realizou no mestrado e retrata noções de espaço e espacialidade em contos de Guimarães Rosa em comparação com contos dos autores angolanos Luandino Vieira e Boaventura Cardoso. “A literatura pode ajudar a nos reumanizar”, enfatiza Wellington, lembrando o crítico literário brasileiro Antonio Candido.
A bibliotecária Sandra Barroso também transformou o projeto de mestrado em livro. O ofício que exerce e o ambiente de trabalho foram fundamentais para a produção da obra infantil “O Menino Catopê”. O livro retrata o congado na comunidade de Pinhões, em Santa Luzia, e surgiu da necessidade, expressa pelos membros da comunidade, de fazer com que as crianças se interessassem pelo congado, mantendo vivas as tradições. Foi na biblioteca que Sandra passou a ter cada vez mais contato com títulos e autores que estimularam a pesquisa e uma relação mais próxima com a comunidade de Pinhões.
A riqueza das bibliotecas não está apenas nos livros que procuramos, mas naqueles que parecem nos encontrar por acaso. “Na biblioteca sempre haverá aquele livro surrado no canto esquerdo da prateleira mais baixa, que pode abrir sua mente para muitas coisas”, afirma Mariana Félix. E já dizia o escrito Jorge Luis Borges: “A biblioteca é interminável”. Explore!

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