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Mesma origem, diferentes trajetórias

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Arquivo Fafich

A história das Bibliotecas da Fafich e da Letras começa na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, fundada em 21 de abril de 1939, por um grupo de intelectuais mineiros que participavam ativamente da vida cultural e política da Capital ineira. Nos primeiros anos, a Faculdade abrigou os cursos de Filosofia, Pedagogia, Letras, História Natural, Geografia, Matemática, Física, Química, Ciências Sociais e História. Duas décadas depois, foram implantados os cursos de Jornalismo(atualmente Comunicação Social) e Psicologia.

A Faculdade passou por vários locais da cidade. Começou na antiga Casa de Itália, na Rua dos Tamoios. Durante a 2ª Guerra Mundial, foi transferida para as instalações do Instituto e Educação e, logo em seguida, para o edifício Acaiaca. Por volta de 1960, passou a funcionar na Rua Carangola, no bairroSanto Antônio, em um prédio cuja fachada foi tombada, no ano passado, como símbolo da resistência ao regime militar de 1964.

Inicialmente, a Fafich na Carangola possuía duas bibliotecas: uma geral e outra de Filosofia. Na década de 1970, foi criada também a Biblioteca de Ciência Política. Em 1990, o prédio da Fafich foi transferido para o Campus Pampulha. Foi criada, então, uma única Biblioteca da Faculdade, incorporando os acervos de Filosofia, Ciências Sociais,História, Comunicação Social e Psicologia. Na mesma década,foi inaugurada a Biblioteca da Faculdade de Letras, também no Campus Pampulha.

Estigma libertário – Biblioteca da Fafich

Carla Pedrosa / Biblioteca Universitária UFMG

Desde o surgimento, a Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG (Fafich) traz o estigma de ser libertária, combativa, questionadora. A Biblioteca da Fafich possui essa mesma marca. Quadros expostos com os rostos de filósofos e outros pensadores, retratam a marca de um ambiente no qual a reflexão e os questionamentos são primazia.

A Biblioteca da Fafich foi criada na década de 1990 (ano da conclusão do novo prédio da Fafich no Campus Pampulha) e nomeada Biblioteca Professor Antônio Luiz Paixão, em homenagem ao docente que se destacou no ensino da Sociologia e devido a sua importância para a história da Fafich.

Para Vilma Carvalho, bibliotecária-chefe, a Biblioteca da Fafich é o laboratório das ciências humanas, pois o livro é o principal instrumento das áreas que atende. “Sempre tentamos atender as solicitações dos usuários. Tanto é que somos a primeira biblioteca a atender deficientes visuais”, explica Vilma. De fato, a Biblioteca abriga, no primeiro andar,o Centro de Apoio ao Deficiente Visual (CADV), que surgiu da demanda de alunos portadores de deficiência. Fundado em 1992, o CADV disponibiliza uma impressora braile, lupas digitais e softwares que leem as telas do computador para o usuário e obedecem a comando de voz.

“É toda uma vivência, uma vida”. Assim se expressa Vilma ao retratar os trinta anos dedicados ao trabalho na Biblioteca. E completa: “A Fafich é uma instituição apaixonante. A sociedade se integra à Fafich. A Biblioteca atende um grande número de usuários, e, por isso, também é bem humanitária, acolhedora”.

A Biblioteca da Fafich atualiza o acervo constantemente, adquirindo uma média de quatro mil títulos por ano. Atualmente possui mais de 134 mil exemplares e 6 mil títulos de periódicos, além de abrigar o acervo do Centro de Documentação do Departamento de Comunicação Social.

Ambiente cultural – Biblioteca da Letras

Arquivo Fale

Em 1983, a Biblioteca da Letras ganhou autonomia ao mudar-se para uma sala na Faculdade de Letras (Fale), no campus Pampulha. Foi inaugurada, com espaço próprio no mesmo prédio, em março de 1990, quando foi nomeada em homenagem ao professor Rubens Costa Romanelli.

Órfão de mãe ainda criança, Romanelli começou a trabalhar muito jovem e só pôde concluir o curso secundário aos 26 anos. Dois anos depois, em 1941, foi um dos sete alunos a se matricular na primeira turma do Curso de Letras da Faculdade de Filosofia de Minas Gerais. Desenvolveu sua carreira de professor e de estudo das línguas indo-europeias na Universidade Federal de Minas Gerais, onde desempenhou funções de destaque. Desde 2013, na fachada da Biblioteca da Letras é possível apreciar a reprodução da assinatura do professor Romanelli; uma singela homenagem feita durante a segunda reforma do prédio.

A primeira reforma foi concluída em 2001, época em que o espaço físico foi ampliado de 480 para 1148 metros quadrados. Na segunda reforma, de 2011 a 2013, a área total quadrados. Na segunda reforma, de 2011 a 2013, a área total quadrados. Na segunda reforma, de 2011 a 2013, a área totalfoi ampliada para 1978 metros quadrados e a Biblioteca ganhou nova sinalização, cores e citações. Logo na entrada, os usuários são instigados pela frase: “STOP. A vida parou, ou foio automóvel?”, de Carlos Drummond de Andrade. Há também um painel com outras frases que fazem um convite ao mundo da leitura.

Carla Pedrosa / Biblioteca Universitária UFMG

O acervo de mais de 100 mil exemplares é referência nas áreas de linguística e literatura, contemplando clássicos brasileiros e universais, como também títulos de autores contemporâneos de destaque no cenário literário. A Biblioteca é um espaço que agrega conhecimento e pesquisa, sem perder o aconchego. Inclusive, em seu interior, há um jardim utilizado para encontros com autores, apresentações teatrais e outras intervenções artísticas, legitimando a famosa frase do filósofo Cícero: “Se em tua Biblioteca houver um jardim, nada faltará”.

Promoção de exposições e outros eventos culturais são parte do diferencial da Biblioteca. Em parceria com a Faculdade de Letras, promove atividades, por exemplo, na “Semana da Língua Italiana” e na “Semana da Francofonia”. Além disso, há sempre uma decoração especial em datas comemorativas, música ambiente para incrementar as exposições, entre outras iniciativas. “Procuramos fazer um link entre os acontecimentos e o nosso acervo. Na Copa do Mundo, por exemplo, promovemos uma exposição sobre o futebol na literatura. Tentamos tornar o espaço agradável para todos”, explica Israel Silva, atual coordenador da Biblioteca. Há seis anos trabalhando neste local, ele afirma: “Aqui é minha segunda casa”. Esse sentimento de pertença é vivenciado também pela bibliotecária Rosângela Costa, que trabalha há vinte e dois anos na Biblioteca da Letras e exerceu a função de coordenadora do espaço durante dez anos. “Eu sou apaixonada com a profissão e com a Faculdade de Letras.Existe um vínculo muito forte dos professores e alunos com a Biblioteca, o que torna mais prazeroso trabalhar aqui”, afirma Rosângela.

Carla Pedrosa / Biblioteca Universitária UFMG

A Biblioteca também mantém um contato próximo com os usuários e professores, procurando colocar em prática as sugestões enviadas. Uma delas foi a aquisição de um tabuleiro de xadrez para que os estudantes pudessem ter um momento de lazer antes de retomar os estudos. “A maioria dos alunos é do interior e considera a Biblioteca um porto seguro, por isso, procuramos fazer sempre com que se sintam em casa”, ressalta Rosângela.

 

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