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Na época da corrida espacial – e ainda hoje -, a maioria dos ambientes de trabalho, sobretudo a NASA, era dominada por homens brancos. No entanto, não foram eles os cérebros por trás do lançamento em órbita de um astronauta norte-americano, e sim três brilhantes mulheres: Katherine Johnson, Dorothy Vaughn e Mary Jackson. E a jornada percorrida pelo trio de cientistas não foi nada fácil. Tiveram que ultrapassar várias barreiras e passar por humilhações, desde ter que percorrer quase 2 km para usar um banheiro destinado para negros, até ter que provar que eram capazes de realizar trabalhos intelectuais. “Toda vez que temos a chance de avançar, eles mudam a posição da linha de chegada”, afirmou uma delas. Mas com inteligência, determinação e altruísmo, as “estrelas além do tempo” ultrapassaram essa linha. Essa história real pode ser conferida tanto no livro Hidden Figures (Figuras escondidas), de Margot Lee Shetterly, quanto no filme “Estrelas além do tempo”, lançado em 2017.
(Carla Pedrosa)

