Sistema de Bibliotecas da UFMG Sistema de Bibliotecas da UFMG

Catálogo On-line
  • Início
  • O Sistema de Bibliotecas
    • Apresentação
    • Espaços
    • Estrutura
    • Documentos e normas
    • Formulários
    • Apoio ao pesquisador
    • Acessibilidade
    • Perguntas frequentes
    • Contato
  • Bibliotecas
  • Especiais e raros
    • Acervos Especiais
    • Artes
    • Brasiliana
    • Direito
    • Educação
    • História geral e história da ciência
    • Língua, linguística, literatura
    • Mémória intelectual da UFMG
    • Periódicos
  • Serviços
  • Comunicação
    • Notícias
    • Agenda
    • Assessoria de Imprensa
    • Guia do Usuário
    • Campanhas e Manual de Identidade Visual
    • Publicações
    • Sugerir pauta
  • |
  • Início
  • O Sistema de Bibliotecas
    • Apresentação
    • Espaços
    • Estrutura
    • Documentos e normas
    • Formulários
    • Apoio ao pesquisador
    • Acessibilidade
    • Perguntas frequentes
    • Contato
  • Bibliotecas
  • Especiais e raros
    • Acervos Especiais
    • Artes
    • Brasiliana
    • Direito
    • Educação
    • História geral e história da ciência
    • Língua, linguística, literatura
    • Mémória intelectual da UFMG
    • Periódicos
  • Serviços
  • Comunicação
    • Notícias
    • Agenda
    • Assessoria de Imprensa
    • Guia do Usuário
    • Campanhas e Manual de Identidade Visual
    • Publicações
    • Sugerir pauta

A voz de uma mulher silenciada

  • Home
  • Sumário
  • A voz de uma mulher silenciada

A atualidade da obra de Atwood é o que mais me admirou. Publicado em 1985 e ambientado em um contexto distópico, o romance se comunica fortemente com o presente. Por mais que certas coisas mereçam pertencer ao passado.

A história também é um pouco de História, pois a autora coleta referências a costumes, culturas e acontecimentos reais para cada detalhe do romance. E isso é evidente, quando reconhecemos na fala de um general teocrático o que já ouvimos tantas vezes em casa, no ônibus ou no trabalho.

Trata-se da narrativa de uma aia. Escravizada em nome da reprodução. Um receptáculo para a continuação da espécie. Serva de um deus que coloca o mundo nas mãos dos homens. Parece familiar?

As Aias são uma classe de mulheres, em meio a Marthas (serviçais), Esposas, Econoesposas, Tias e, ironicamente, as Não-mulheres. Os Estados Unidos agora é Gilead, um país governado por extremistas religiosos.

Mulheres não possuem direitos políticos. A elas é vedada a mais simples leitura. Ainda assim, é a voz da aia que nos guia pelo retrato desse tempo. São seus anseios, divagações e sofrimentos que enveredam o leitor por esta viagem. Ser mulher em Gilead é angustiante para o leitor. Para a leitora, é um tanto mais pessoal.

Na mente dessa mulher vivemos a impotência, a frustração, a indignação, a luta. A esperança. Ao fechar o livro, vivemos um pouco mais disso tudo.

(Lívia Araújo)

Esse é o seu espaço!Compartilhe uma sugestão de leitura enviando um e-mail para: comunicacao@bu.ufmg.br

Compartilhe

  • Conexão Biblioteca Nº 23
  • Conexão Biblioteca Nº 01
  • Conexão Biblioteca Nº 02
  • Conexão Biblioteca Nº 03
  • Conexão Biblioteca Nº 04

Universidade Federal de Minas Gerais

Av. Antônio Carlos, 6627 - Pampulha - Belo Horizonte - MG | CEP 31270-901 | +55 (31) 3409-5000

© 2017 Universidade Federal de Minas Gerais. Todos os direitos reservados.