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Gestoras empossadas no Sistema de Bibliotecas falam sobre os projetos da nova gestão

sexta-feira, 11 de maio 2018, às 13h04

Da esq. para a dir.: Kátia Lúcia Pacheco (diretora) e Sindier Antônia Alves (vice-diretora).
Foto: Júlia Duarte/UFMG

Na história do Sistema de Bibliotecas da UFMG, há muitas mulheres marcantes. Marília Júnia Gardini, por exemplo, liderou o projeto de construção da Biblioteca Central na década de 1980, com uma visão de vanguarda sobre o papel da Biblioteca Universitária dentro da UFMG. Outra gestora, Maria Helena Sá Barreto, concluiu, na década de 1990, a automação das bibliotecas. Esses são alguns exemplos de mulheres de personalidade forte que ajudaram a construir, assim como tantas outras, um Sistema de Bibliotecas respeitado até hoje no cenário nacional.

Com a posse no dia12de abril, a diretora Kátia Lúcia Pacheco e a vice Sindier Antônia Alves somam-se às 15 mulheres – de um total de 17 gestores – que já lideraram o Sistema de Bibliotecas. E os projetos das novas gestoras vão desde questões administrativas mais imediatas à implantação de atividades que dialoguem com a agenda 2030 da ONU – um conjunto de programas, ações e diretrizes voltadas para o desenvolvimento sustentávelna educação, meio-ambiente, entre outros.

Atualmente, quais são os principais desafios da Biblioteca Universitária e como superá-los?
São vários os desafios da Biblioteca Universitária (BU): estrutura, recursos humanos e administrativos, que abrangem todas as 25 unidades do Sistema de Bibliotecas. Em termos de recursos humanos, a implantação das 6 horas diárias de trabalho nas bibliotecas aumentou a oferta e qualidade dos serviços, a motivação das pessoas que trabalham, mas ainda é um desafio. Estamos nos reunindo com todos os setores para determinar as prioridades e metas para 2018. Daremos um impulso maior, por exemplo, para o Centro de Extensão da Biblioteca Universitária, para que antecipe demandas, proponha treinamentos, atividades, cursos. Começaremos por repensar a coordenação do setor, atualmente exercida pela diretoria da BU, que já está sobrecarregada. Outro setor que demanda atenção especial é o de Tratamento e Tecnologia da Informação, que atende, nos três turnos, as demandas de hardware, software e redes de todas as 25 bibliotecas do Sistema. Cremos que nossas vivências em bibliotecas setoriais nos auxiliarão nessas questões administrativas.

O Sistema de Bibliotecas, por abranger 25 unidades nas mais variadas áreas do conhecimento, possui uma grande diversidade de públicos, tanto em termos de equipes de trabalho, quanto de usuários dos serviços das bibliotecas. Como contemplar todos esses públicos e oferecer o mesmo padrão de serviços em todas as unidades?
Percebemos, ao longo da campanha, a necessidade de fortalecer a união das bibliotecas, o sentimento de pertencimento ao Sistema. Faremos isso por meio da reativação de grupos de trabalho, eventos, cursos, treinamentos e confraternizações que estimulem o encontro dos profissionais e trocas de experiências.

Com relação aos grupos de trabalho, retomaremos as reuniões do Grupo de Acessibilidade do Sistema de Bibliotecas, responsável por realizar um diagnóstico e propor soluções visando a inclusão nas bibliotecas da UFMG. Além disso, criaremos um grupo de referência que atualizará os manuais – de normalização e guia do usuário –, e definirá políticas do serviço de referência que possam ser aplicadas em todas as bibliotecas. Precisamos entender que a referência não é só circulação – empréstimo e devolução, renovação, reserva – vai muito além disso. A ideia é uniformizar, por exemplo, o treinamento aos calouros, dando continuidade à criação de vídeos sobre os principais serviços oferecidos e como utilizá-los. Também incentivaremos mais ações culturais dentro das bibliotecas, como exposições, palestras, lançamento de livros e outras atividades que atraiam os usuários.

As bibliotecas têm vivenciado, sobretudo nas últimas décadas, a necessidade de modernizar os serviços e o acervo, tendo em vista as inovações tecnológicas. Como superar esse desafio?
Para falarmos em inovação tecnológica, temos, primeiro, que superar questões estruturais básicas. Paralelamente, precisamos repensar nosso sistema de aquisição de livros eletrônicos, retomando o estudo do melhor modelo para compra de e-books. E precisamos repensar a catalogação dos materiais bibliográficos. Atualmente, o Sistema de Bibliotecas utiliza a segunda edição doAnglo-American Cataloguing Rules(AACR2R), criada para uma realidade de ficha catalográfica impressa. As regras são pensadas, nesse código, em termos de suporte – livro, CD, mapa etc – e a última atualização que ele recebeu foi em 2005. Já existe um código mais atual – o Resource Description & Access(RDA).

No RDA, pensa-se não em termos de suporte, mas em termos conceituais do universo bibliográfico. Por exemplo, a obra Diário de Anne Frank pode ser expressa de várias formas – em alemão, português, em francês, facilitada, para teatro, para filme etc – e pode ter várias manifestações – livro grande, livro de bolso, publicação pela editora A, pela editora B, em CD, entre outras. Além disso, pode ser que ela tenha, por exemplo, uma dedicatória de um autor importante, o patrimônio de uma biblioteca, e isso é o item. Pensando nesses termos conceituais, o RDA permite fazer uma catalogação mais próxima das necessidades dos usuários de selecionar, identificar, localizar e obter o material desejado.

Há vários desafios para se implantar esse novo código, porque ele ainda está em estudo e vias de implantação no Brasil. A UFMG é das uma das melhores universidades do país e o Sistema de Bibliotecas também tem que estar entre os melhores, mas para isso, precisa estar antenado com essas mudanças.
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Confira as trajetórias profissionais e acadêmicas das novas gestoras do Sistema de Bibliotecas:

Kátia Lúcia Pacheco (diretora)
Graduada em Biblioteconomia, possui especialização em Organização da Informação em Contextos Digitais, mestrado e doutorado em Ciência da Informação pela UFMG. Começou a trabalhar na Universidade Federal de Minas Gerais em 1987, como datilógrafa, e, antes de assumir o cargo de gestora da Biblioteca Universitária, era coordenadora da Biblioteca da Escola de Música. Participou da Congregação da Escola de Música da UFMG, dos Conselhos Diretor e Técnico do Sistema de Bibliotecas e das Comissões de Reestruturação e de Dimensionamento do Sistema. Possui publicações em anais de eventos, periódicos nacionais e internacionais. Foi membro do corpo editorial de periódicos nacionais e participou de bancas de trabalhos acadêmicos (TCC, Mestrado e Doutorado). Recentemente, recebeu o prêmio de melhor tese concedido pela Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação.Participou de eventos nacionais e internacionais de Biblioteconomia e também da organização de eventos nacionais da área. Foi presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia da 6ª Região e diretora administrativa no Conselho Federal de Biblioteconomia.

Sindier Antônia Alves (vice-diretora)
Graduada em Biblioteconomia pela Universidade Federal de Minas Gerais e em Pedagogia pela Universidade Norte do Paraná. Possui especialização em Psicopedagogia, pela Ferlagos; em Políticas Públicas, pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG; e em Democracia, República e Movimentos Sociais, pela mesma Faculdade. É mestre em Estudos de Linguagens, pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, e doutoranda em Educação, pelo Instituto de Educação da Universidade do Minho, Portugal. Antes de assumir o cargo de vice-diretora do Sistema de Bibliotecas, trabalhava, desde 1966, como bibliotecária da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG, atuando como catalogadora, bibliotecária de referência e coordenadora do Grupo de Trabalho de Circulação do Sistema de Bibliotecas da UFMG. É vice-coordenadora do projeto de extensão “Biblioteca Escolar Formando os Agentes”, da Escola de Ciência da Informação da UFMG, e professora da Secretaria de Educação do Estado de Minas Gerais. Coordenou a Comissão de Bibliotecas Escolares do Conselho Regional de Biblioteconomia da 6ª Região, de 2012 a 2017, e participou da organização de eventos da área de Biblioteconomia.

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