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Consulado Italiano visita a exposição “Manuzio – pai e filho”

segunda-feira, 20 de outubro 2014, às 13h44

Aurora Russi – Cônsul da Itália (centro) em visita à exposição “Manuzio – pai e filho”
Foto: Carla Pedrosa / Biblioteca Universitária UFMG

Como parte da Programação da “XIV Semana da Língua Italiana no Mundo”, com o tema “Escrever a nova Europa: editores italianos, autores e leitores na era digital”, a Divisão de Coleções Especiais da Biblioteca Universitária da UFMG recebeu o Consulado Italiano em visita à exposição “Manuzio – pai e filho”, coordenada por Diná Araújo e organizada por Flávio Vignoli e Ana Utsch.

A Cônsul da Itália, Aurora Russi, ficou encantada com a mostra, agradeceu a organização do evento e fez um convite: “É uma emoção poder apreciar essas obras na Biblioteca Central no primeiro dia da Semana da Língua Italiana no Mundo. Vamos ter muitas outras atividades bem interessantes aqui na UFMG e em outros locais. Por exemplo, vamos contar a história de Pinóquio – uma das mais tradicionais da cultura italiana – em creches, projetos sociais e também na Praça da Liberade. Aproveito para agradecer o trabalho das professoras Patrizia Bastianetto e Antonella De Muti, organizadoras do evento. Agradeço também à Faculdade de Letras e à Biblioteca Central. Convido todos a participarem da programação geral do evento, que está disponível no site do consulado da Itália”.

Para Antonella De Muti, a visita à exposição “Manuzio – pai e filho” foi uma oportunidade de valorizar a produção editorial italiana, bem como as riquezas das obras raras da Universidade. Ela ressalta também que o evento possibilita um intercâmbio cultural e valorização da língua italiana. “Italiano se fala como língua materna na Itália, na suíça italiana e no estado do Vaticano, mas, como língua estrangeira, é uma das mais estudadas no mundo. As pessoas estudam italiano não apenas para fins profissionais no âmbito da arte, música, moda, design, gastronomia, etc, mas porque gostam”, afirma Antonella.

Para mais informações sobre a programação da “XIV Semana da Língua Italiana no Mundo”, acesse:
Site da Faculda de Letras – Programação da UFMG

Exposição “Manuzio – pai e filho”

Marca tipográfica da família Manuzio Foto: Carla Pedrosa / Biblioteca Universitária UFMG

A Divisão de Coleções Especiais e Obras Raras da Biblioteca Universitária preparou, como parte da programação da “XIV Semana da Língua Italiana no Mundo”, a exposição “Manuzio – pai e filho”, coordenada por Diná Araújo e organizada por Flávio Vignoli e Ana Utsch.

Manuzio é o nome da família de editores e tipógrafos italianos que atuaram em Veneza e em Roma de 1496 a 1597. Três gerações – Aldo Manuzio (pai), Paolo Manuzio (filho) e Aldo Manuzio (neto) – perpetuaram, por anos, a arte da impressão.

A marca tipográfica dos Manuzio – um golfinho enrolado em torno de uma âncora – simboliza a expressão Festina Lente (apressa-te lentamente). A erudição dessa tipografia é refletida na escolha dos textos publicados pela família Manuzio. Na exposição da Divisão de Coleções Especiais, no quarto andar da Biblioteca Central da UFMG, por exemplo, é possível conferir obras de Plínio, considerado na época a principal autoridade nas Ciências Naturais, e um exemplar de Cícero, que aborda Direito e Política.

“O acervo patrimonial da Biblioteca Universitária, guardado na Divisão de Coleções Especiais e Obras Raras, abrange vários livros impressos no mundo inteiro (na Itália, na Alemanha, em países da Ásia e outros). Esse patrimônio da humanidade, guardado pela Biblioteca Universitária da UFMG, é nosso. Eventos em que as pessoas vêm pra ver exposições como esta reforçam a importância desse acervo para a Universidade e também a responsabilidade de continuar preservando e dando acesso a esse material por meio de exposições, de digitalização do acervo, de visitas orientadas. Esse evento é, para nós, a confirmação que esse trabalho vale a pena”, afirma Diná Araújo.

A exposição “Manuzio – pai e filho” pode ser apreciada na Divisão de Coleções Especiais e Obras Raras da Biblioteca Universitária, no quarto andar da Biblioteca Central da UFMG, de 20 de outubro a 21 de novembro, mediante agendamento prévio pelo e-mail: colesp@bu.ufmg.br

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (31)3409-4615.

Exposição “Hypnerotomachia Poliphili ou o Sonho”

O Museu Vivo Memória Gráfica, do Centro Cultural UFMG, preparou uma homenagem ao grande editor do humanismo italiano, Aldo Manuzio, por ocasião da “XIV Semana da Língua Italiana no Mundo”. A mostra “Hypnerotomachia Poliphili ou o Sonho”, organizada por Flávio Vignoli e Ana Utsch, divulga parte do percurso editorial da obra mais emblemática de Aldo Manuzio, “O Sonho de Polifilo”. Saído das prensas do ilustre editor em 1499, esse livro configura-se no grande monumento tipográfico da cultura renascentista.

“O Sonho de Polifilo é uma obra muito conhecido pela escrita enigmática, obscura e pela riqueza das suas imagens. É o primeiro e único livro ilustrado do Aldo Manuzio e é um grande incunábulo de todos os tempos, exatamente por ter essa profusão de imagens, em cuja interpretação está o grande mistério que envolve a obra”, explica a professora Ana Utsch.

Segundo Ana, a própria autoria do livro também envolve mistério. Em um primeiro momento, foi atribuída à Francesco Colonna, mas não se sabe realmente se é dele a autoria. “Inclusive tem uma história em torno da primeira identificação de autoria, porque unindo a primeira letra de cada um dos capítulos faz-se a palavra do possível autor, Francesco Colonna”, conta Ana.

“O Sonho de Polifilo” possui também uma forte relação com a arquitetura e, ainda hoje, os críticos levantam a hipótese dele ter sido escrito pelo arquiteto, teórico de arte e humanista Leon Battista Alberti, já que traz apropriações dos grandes tratadistas de arquitetura desde o início do mundo romano, de Vitrúvio a Alberti, dos séculos XV e XVI.

De fato, o livro pode ser compreendido de várias maneiras. “O mote da narrativa é o sonho dentro do sonho, inclusive tendo como referência o próprio Dante Alighieri. O Polifilo sonha que está sonhando. Nesse sonho ele percorre um percurso iniciático em busca da sua amada, a Polia. No final de toda essa narrativa textual e iconográfica, quando ele finalmente consegue ter acesso à

Polia, o sonho desaparece. É um amor sublime, porque não é sublimado”, explica Ana Utsch.

A exposição pode ser conferida de 22 a 24 de outubro, das 14h às 16h, no Museu Vivo Memória Gráfica, que fica no Centro Cultural UFMG, na Avenida Santos Dumont, 174, Centro.

Para mais informações, ligue no (31)3409-8285 ou envie um e-mail para museuvivomemoriagrafica@gmail.com

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