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De carona na história

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Biblioteca da ECI hoje. Foto: Thaís Leocádio / Biblioteca Universitária UFMG

Da necessidade de atender às professoras primárias de Minas Gerais, surgiu o Curso de Biblioteconomia, criado pela Secretaria de Educação em parceria com o Instituto Nacional do Livro (INL). Esse curso demandava a existência de uma biblioteca que, junto a ele, foi fundada em 1950.

Incorporado à Universidade Federal de Minas Gerais em 1963, o curso foi reconhecido pelo Conselho Federal de Educação e, já em 1966, elevado à categoria de unidade da UFMG. Nascia, então, a Escola de Biblioteconomia da Universidade, cuja biblioteca, a esta altura, “já era considerada um modelo para todas as outras do estado”, como conta a coordenadora da Biblioteca da ECI, Eliane Maria Fernandes Lopes. Em 27 de maio de 1980, passou a ser denominada Biblioteca Professora Etelvina Lima, em homenagem à fundadora do curso de Biblioteconomia.

Em 19 de fevereiro de 1990, a Biblioteca se instalou no Campus Pampulha, no prédio construído especificamente para abrigar as atividades da então Escola de Biblioteconomia, que, em 2000, passou a se chamar Escola de Ciência da Informação, com a chegada do doutorado nessa área do conhecimento.

Biblioteca da ECI em 2004, antes da reforma. Foto: Thaís Leocádio / Biblioteca Universitária UFMG

Vinte anos depois, as instalações careciam de reformas. Em 2010, a Biblioteca passou por uma modernização. Hoje, atende os cursos de graduação em Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia, além dos cursos de especialização, mestrado e doutorado em Ciência da Informação. “Temos que acompanhar as mudanças que estão surgindo porque a informação é importante para todos os profissionais. Saber tratá-la é fundamental”, afirma Eliane Lopes. Existem planos para uma nova reforma, que agora prevê a ampliação da Biblioteca.

Sala de leitura depois da reforma. Foto: Thaís Leocádio / Biblioteca Universitária UFMG

Ainda de acordo com Eliane, a peculiaridade da Biblioteca Etelvina Lima é o fato de funcionar como laboratório. “As pessoas fazem treinamentos para aprenderem a catalogar e pesquisar. Nós temos duas salas aqui para atender a este objetivo”, explica. “A Biblioteca exerce papel importante na formação acadêmica e profissional”, conclui.

Mais história

Etelvina Lima, após ter trabalhado em Belo Horizonte, no Setor de Biblioteca Pública, foi para São Paulo estudar Biblioteconomia com uma bolsa de estudos concedida pela Fundação Rockfeller. Ao retornar à capital mineira, não mediu esforços e participou da fundação do primeiro curso de Biblioteconomia de Minas Gerais.

Carro-biblioteca

Arquivo Carro-biblioteca

Tudo começou com uma Kombi-Volkswagen. Dentro dela, além de livros, o desejo de democratizar o acesso à informação e à literatura, levando um acervo diversificado até bairros da periferia da Região Metropolitana de Belo Horizonte e cidades adjacentes. Iniciado com um convênio entre o Instituto Nacional do Livro (INL) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Carro-biblioteca, segundo programa de extensão mais antigo da UFMG, completa 41 anos de existência no dia 25 de abril.

Arquivo Carro-biblioteca

Em 1988, devido ao aumento da demanda de serviços, fez-se a aquisição de um micro-ônibus, substituindo a kombi. Nessa fase, a UFMG assumiu integralmente a responsabilidade sobre o programa. O novo ônibus, contando ainda com facilidade de acesso ao portador de deficiência, foi inaugurado em 13 de março de 2006 – e é o que está atualmente em uso.

A necessidade de acompanhar as transformações tecnológicas exigia a introdução de um projeto de inclusão digital. O processo de incorporação do telecentro ao Carro teve seus desafios. “Antes, tínhamos dificuldade com o acesso à internet. Precisávamos conectá-lo a um cabo de energia para que computadores e modens funcionassem, o que limitava o lugar onde pararíamos. Com o avanço da tecnologia, as coisas melhoraram. Agora usamos notebooks, já carregados previamente. Conquistamos a independência”, conta Gracielle Mendonça, cocoordenadora e bibliotecária do programa Carro-biblioteca.

Este exemplo de biblioteca itinerante possui, desde a sua criação, objetivos que envolvem: desenvolver trabalhos de ação cultural junto às comunidades assistidas, orientar pesquisas escolares, estimular o gosto pela literatura e constituir um espaço de estudos e pesquisas para os acadêmicos da Universidade. “O programa envolve pesquisa, ensino e extensão e é muito importante para a formação do graduando”, explica Gracielle.

Arquivo Carro-biblioteca

Santa Terezinha, Bonsucesso, Goiânia, Lagoa e Morada do Rio são as comunidades assistidas atualmente. “Para inserção das comunidades no programa, somos solicitados por elas. Observamos alguns fatores, como distância do Campus Pampulha máxima de 30 minutos, se não há alguma biblioteca estruturada próxima à comunidade e a quantidade de usuários potenciais”, esclarece a bibliotecária.

O acervo possui livros didáticos, de culinária, gibis, DVDs infantis, enciclopédias eletrônicas, literatura brasileira e estrangeira e o usuário do Carro-biblioteca possui sua própria carteirinha.

O Programa abrange quatro projetos: Boletim Bairro a Bairro, Cidadania da Infância em Hipermídia, Conto e Reconto e Inclusão Digital. Ele promove atividades de incentivo à leitura, como contação de histórias, concursos de redação e poesia, exposição de desenhos, oficinas, atividade de Semana da Criança, dia do Livro, entre outras.

O processo de integração do Carro ao Sistema de Bibliotecas da UFMG teve início em 2009, com o registro do acervo no sistema Pergamum, e foi concluído em 2013. O programa tem como coordenadora a professora Dalgiza Andrade e, como motorista, Edson do Nascimento.

Informações sobre a equipe, notícias e detalhes dos projetos podem ser encontrados no site http://carrobib.eci.ufmg.br/.

 

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